Conviver com dor no joelho pode parecer “normal” para quem já tentou de tudo: fisioterapia, medicamentos, infiltrações e até mudanças no estilo de vida. Mas quando nada mais funciona, surge a grande pergunta: Será que chegou a hora de fazer uma prótese total do joelho?
Essa decisão costuma gerar ansiedade — afinal, trata-se de uma cirurgia de grande porte e que necessita grandes cuidados durante o processo cirúrgico e no pós cirúrgico.. Mas a boa notícia é que existem sinais bem claros que ajudam médico e paciente a tomar a decisão no momento certo.
Aquele desconforto ocasional pode ser controlado. Mas quando a dor se torna constante — até em repouso ou durante o sono — e passa a limitar atividades simples como caminhar, subir escadas ou até se vestir, é um forte sinal de que a articulação não está mais respondendo a tratamentos conservadores.
Antes de indicar uma prótese total, o ortopedista esgota recursos como:
– fisioterapia com fortalecimento;
– uso de analgésicos ou anti-inflamatórios;
– infiltrações intra-articulares (corticoides e acido hialuronico);
– mudança de rotina e controle de peso.
Quando esses recursos deixam de trazer alívio duradouro, a cirurgia começa a se tornar a melhor opção.
Não conseguir mais caminhar até a padaria, evitar passeios com a família ou deixar de praticar hobbies por causa da dor no joelho é um dos principais fatores que levam os pacientes a optarem pela cirurgia. A decisão não é apenas clínica, mas também pessoal: trata-se de recuperar autonomia e prazer de viver.
Radiografias e outros exames de imagem revelam quando a cartilagem já não existe mais e o osso está em contato direto. Esse é o estágio da artrose avançada, em que não há como “recuperar” a articulação, restando a substituição pela prótese.
Muitos pacientes relatam que adiaram a cirurgia por anos. Mas, em determinado momento, percebem que estão perdendo tempo de vida ativa. A decisão, então, não é só médica — é uma escolha de não deixar a dor comandar os próximos anos.
Por fim, optar por uma prótese total de joelho não é um sinal de fraqueza, mas sim de coragem para recuperar movimento, qualidade de vida e independência. O papel do médico é avaliar junto ao paciente se esse é realmente o momento certo, mas salvo exceções (casos graves), costumo dizer que indicação da cirurgia parte do próprio paciente quando ele não aguenta mais.
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